Blog que diz alguma coisa sobre a vida de seu criador, tais como: gostos, atividades e algumas divagações
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011
E se Todo o Mundo Odeia o Chris falasse do Cruzeiro?
E se Todo Mundo Odeia o Chris falasse do Cruzeiro?
Rochelle (torcedor nostálgico)
"Eu não preciso disso, meu time tem duas Libertadores."
... Sr. Omar (torcedor sobre a Série B)
"Se um dia o Cruzeiro cair, seria trágico, trágico."
Tonya (torcedor revoltado)
"@#%! Posso colocar fogo no Perrella?"
Julius (Perrella)
"Vendi o Dudu, trouxe o Bobô e economizei 500 milhões de centavos."
Tasha (resposta ao torcedor que ainda acredita no título)
"Cara, você é muito louco."
Greg (matemático, como se o futebol fosse previsível...)
"O Cruzeiro tem 16,452398% de chances de cair."
Caruso (torcedor rival)
"Maria." (seguido de socos e voadoras)
Jerome (time visitante)
"Ô timinho que joga logo ali, passa três pontos."
Perigo (empresário)
"Quer um Everton, Bobô ou Diego Renan?"
Drew (jogadores falando sobre a culpa da derrota)
"Não fui eu."
Chris (jogadores tentando explicar mais uma derrota)
"Sacomé..."
Malvo (fantasma do rebaixamento)
"Depois que eu pegar o Galo, vou pegar você: V-O-S-E."
E se todo o mundo odeia o Chris falasse do Galo?
Atendendo a pedidos:
E se Todo o Mundo Odeia o Chris falasse do Galo?
Rochelle (comentarista sobre a defesa do Galo)
"Tá com cara de quem vai aprontar."
...
Sr. Omar (torcedor sobre a atual situação do Galo)
"Oh trágico, trágico. Não podemos salvá-lo, está na hora dele partir."
Tonya (ex-funcionário do Galo que descobriu de onde o Kalil tira tanto dinheiro)
"Eu vou contar."
Julius (Kalil)
"Vendi Tardelli e Obina e trouxe o Cambalhota e economizei 900 milhões de centavos."
Tasha (falando para torcedor que ainda acha que o Galo vai engrenar)
"Cara, você é muito louco."
Greg (torcedor que falou que o Galo não ganharia nada esse ano)
"Bem que eu te avisei."
Caruso (torcedor rival)
"Franga" (seguido de 30 minutos de surra)
Jerome (time visitante)
"ô timinho que joga logo ali, me passa três pontos."
Perigo (empresário sobre o pacote de 30 jogadores que são apresentados no começo do ano)
"É tudo de qualidade."
Drew (jogadores falando sobre a culpa pelo mau resultado)
"Não fui eu."
Chris (treinador explicando como fugir da Série B)
"Sacomé"
Malvo (fantasma do rebaixamento)
"Quando estiver no chuveiro, eu estarei lá, quando estiver vendo TV, eu estarei lá e até mesmo nos seus sonhos, eu estarei lá."
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Maldição dos deuses do futebol
Eles devem estar observando calmamente o caminhar dos clubes brasileiros na Libertadores de 2011. Sentados em suas gigantescas poltronas acima das nuvens, os deuses do futebol, olham os gramados da América com uma certa incredulidade Talvez alguns deles, mesmo com secular experiência e vendo, ao passar dos tempos, resultados históricos (a final de 1950 é um bom exemplo) não apostaria que, em uma mesma noite (digna de ser apresentada em um filme de terror: Quarta-feira 4), quatro clubes brasileiros fossem eliminados da competição mais importante das Américas.
O forte guerreiro e, às vezes, agressivo, Deus da Raça deve estar se perguntando: como foi que o Fluminense, capaz de reverter situações improváveis com muita disposição, disse adeus em terras paraguaias?
O lendário Deus do Belo Futebol, raramente visto mundo afora, com exceção de uma certa cidade espanhola, deve estar coçando suas longas barbas e matutando sobre a despedida do Cruzeiro que praticava o mais belo futebol da competição.
O Deus dos Campeões, que sempre acompanha de perto aqueles que levantaram a taça pela última vez, está pensando em como explicar a eliminação do Colorado em pleno Beira-Rio.
O Deus do Tempo nem estava tão preocupado com o Grêmio, afinal, sua eliminação começou na semana anterior quando caiu em casa.
E a culpa nem foi dos argentinos (lendários carrascos de equipes brazucas em competições continentais), mas, afinal, de quem foi?
Sentados em uma nuvem distante e escura, estão os deuses maus: o Deus da Falta de Humildade, inspiração para aqueles que acham que vão passar fácil pelo adversário, o Deus do Mau Futebol, que volta e meia dá as caras no futebol brasileiro...
Observando com os olhos atentos, está o Deus da Esperança, que acompanha os torcedores até o último segundo e que guiará o Santos em seu duro caminho pela América.
Os deuses da Raça, do Belo Futebol, do Tempo a até o dos Campeões também estarão observando calmamente em suas confortáveis poltronas o desenrolar desse campeonato, mais um dentre tantos nesse mágico e imprevisível esporte chamado futebol.
Mas, cuidado, nuvens escuras vindas de outros países sulamericanos prometem azucrinar a Libertadores do Peixe.
Que os bons deuses estejam ao lado do Brasil, se não...
O forte guerreiro e, às vezes, agressivo, Deus da Raça deve estar se perguntando: como foi que o Fluminense, capaz de reverter situações improváveis com muita disposição, disse adeus em terras paraguaias?
O lendário Deus do Belo Futebol, raramente visto mundo afora, com exceção de uma certa cidade espanhola, deve estar coçando suas longas barbas e matutando sobre a despedida do Cruzeiro que praticava o mais belo futebol da competição.
O Deus dos Campeões, que sempre acompanha de perto aqueles que levantaram a taça pela última vez, está pensando em como explicar a eliminação do Colorado em pleno Beira-Rio.
O Deus do Tempo nem estava tão preocupado com o Grêmio, afinal, sua eliminação começou na semana anterior quando caiu em casa.
E a culpa nem foi dos argentinos (lendários carrascos de equipes brazucas em competições continentais), mas, afinal, de quem foi?
Sentados em uma nuvem distante e escura, estão os deuses maus: o Deus da Falta de Humildade, inspiração para aqueles que acham que vão passar fácil pelo adversário, o Deus do Mau Futebol, que volta e meia dá as caras no futebol brasileiro...
Observando com os olhos atentos, está o Deus da Esperança, que acompanha os torcedores até o último segundo e que guiará o Santos em seu duro caminho pela América.
Os deuses da Raça, do Belo Futebol, do Tempo a até o dos Campeões também estarão observando calmamente em suas confortáveis poltronas o desenrolar desse campeonato, mais um dentre tantos nesse mágico e imprevisível esporte chamado futebol.
Mas, cuidado, nuvens escuras vindas de outros países sulamericanos prometem azucrinar a Libertadores do Peixe.
Que os bons deuses estejam ao lado do Brasil, se não...
quarta-feira, 4 de maio de 2011
O Cruzeiro que já foi Periquito e Tricolor
Qualquer torcedor, com destaque ao cruzeirense, que venha a ler o título dessa postagem deve estar pensando que o autor desse blog seja um louco de pedra, pois, é óbvio que o mascote do Cruzeiro é a Raposa e o time usa apenas duas cores, azul e branco, nada de Tricolor.
Porém, convido o prezado leitor, independente do clube que o mesmo torça, a viajar no tempo e aterrisar na longíqua década de 30, aqui mesmo no Brasil, na simpática capital mineira, onde havia alguns clubes de futebol, entre eles, o Palestra Itália.
Por ser de origem italiana, o clube utilizava uma camisa com as cores do país de onde veio a colônia fundadora do clube, a qual era bem significativa em Belo Horizonte na época da fundação do clube mineiro: verde, branco e vermelho. No entanto, ainda não era conhecido como Tricolor, apenas como Palestra Itália.
Àquela época, algumas mudanças ocorreram no uniforme da equipe: o verde escuro se tornou mais claro. A camisa, por volta de 1937, era mais ou menos assim: Tom verde-claro, gola branca e barras das mangas em vermelho.

Por causa do tom de sua camisa, o clube era conhecido como Periquito.

No comecinho dos anos 40, o uniforme ficou bem diferente do anterior, o clube passou a usar listras horizontais em verde e vinho (pelo menos é o que parece na foto), ficando conhecido como Tricolor: verde, vinho e branco.
Mas, veio a II Guerra Mundial, a equipe teve que mudar de nome: jogou um jogo como Ypiranga e depois, em 1942, passou a se chamar Cruzeiro.
A inspiração veio do Cruzeiro do Sul, constelação marcante nos céus meridionais.
Fonte: Página sobre Uniformes do Cruzeiro
Porém, convido o prezado leitor, independente do clube que o mesmo torça, a viajar no tempo e aterrisar na longíqua década de 30, aqui mesmo no Brasil, na simpática capital mineira, onde havia alguns clubes de futebol, entre eles, o Palestra Itália.
Por ser de origem italiana, o clube utilizava uma camisa com as cores do país de onde veio a colônia fundadora do clube, a qual era bem significativa em Belo Horizonte na época da fundação do clube mineiro: verde, branco e vermelho. No entanto, ainda não era conhecido como Tricolor, apenas como Palestra Itália.
Àquela época, algumas mudanças ocorreram no uniforme da equipe: o verde escuro se tornou mais claro. A camisa, por volta de 1937, era mais ou menos assim: Tom verde-claro, gola branca e barras das mangas em vermelho.

Por causa do tom de sua camisa, o clube era conhecido como Periquito.

No comecinho dos anos 40, o uniforme ficou bem diferente do anterior, o clube passou a usar listras horizontais em verde e vinho (pelo menos é o que parece na foto), ficando conhecido como Tricolor: verde, vinho e branco.
Mas, veio a II Guerra Mundial, a equipe teve que mudar de nome: jogou um jogo como Ypiranga e depois, em 1942, passou a se chamar Cruzeiro.
A inspiração veio do Cruzeiro do Sul, constelação marcante nos céus meridionais.
Fonte: Página sobre Uniformes do Cruzeiro
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Um tal de Ronaldo...



Mais uma segunda feira chata e entediante, seria se um fato não houvesse ocorrido na presente data de 14 de fevereiro: Ronaldo, um dos mitos do simpático esporte chamado futebol anuncia sua aposentadoria.
Dono de um currículo invejável, maior artilheiro de todas as Copas, ídolo por todos os clubes por onde passou, temido por todos os arqueiros, capaz de deixar os zagueiros desconcertados com dribles geniais e com fantásticas arrancadas, guerreiro ao superar gravíssimas lesões, muitas vezes criticado duramente pela imprensa e também pela torcida. Mas sempre sabendo dar a volta por cima, no entanto, chega uma hora que o corpo do jogador não agüenta, embora a alma sempre foi e será a do menino que, com seu jeito fenomenal, encantou o mundo.
Orgulho-me de que o Fenômeno tenha defendido as cores do Cruzeiro, meu clube de coração.
Orgulho-me de que o Fenômeno tenha defendido as cores da Seleção.
Acredito que, por muito tempo, ao se olhar a camisa 9 da seleção canarinho nos lembraremos do Fenômeno Ronaldo. O craque ficará imortalizado na memória dos torcedores.
Não vi Pelé jogar, mas vi RonaldoSinceros aplausos ao fantástico fenômeno Ronaldo, os gramados sentirão tua falta.
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